domingo, 7 de outubro de 2007

O MANTO DA TERNURA

















Enquanto caminhava

Ás vezes sorria

Ás vezes sorria

Enquanto caminhava


Saudades dela?

Não...

As palavras estão presentes

E,mais do que as palavras,

Um quase inexplicável embalo

Doce e terno...


Sentir a falta dela?

Como?

Se o manto morno

O manto da ternura,

Do carinho,

Me envolve

Com notas musicais?


E sorrio...


Lembrando a intenção,a alegria,

Desafio qualquer atrevida agrura

Envolto em doçuras e sorrisos,

O manto deslizando nos meus ombros,

Protege-me

Enquanto caminho...


E sorrio


Saudades dela?

Sorrio,

Sorrio,até que irrompe em mim

Cascatas de riso

E olhos brilhantes

Enquanto caminho,

Protegido,

Pelo

Manto da Ternura


KASTRU

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